Missa Romana na Forma Extraordinária

Livreto do fiel - Português/Latim

A arte da pregação - Pe. Antonio Rivero, LC

Como conseguir uma comunicação eficaz e atrativa

Doutrina Eucarística

Um Catecismo sobre a Eucaristia - Dom Antônio Affonso de Miranda, SDN

Curso Bíblico para leigos

A riqueza da Palavra de Deus

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Instrução o chama de “comentador” (comentarista) no número 105b: “Incumbido de fazer aos fiéis, se for oportuno, breves explicações e admonições, a fim de os introduzir na celebração e os dispor a compreendê-la melhor". E adverte: "As admonições do comentador devem ser cuidadosamente preparadas e muito sóbrias. No desempenho da sua função, o comentador deve colocar-se em lugar adequado, à frente dos fiéis, mas não no ambão”.
Essa função é dispensável em grande parte das assembleias que já estão bastante familiarizadas com a Missa atual. Explicações, neste caso, tornam-se inoportunas.
http://www.cursoscatolicos.com.br/2012/03/curso-passos-para-uma-reforma-liturgica.html

A Instrução indica apenas as admonições que competem ao sacerdote: a admonição inicial, após o sinal da cruz e a saudação; antes da Oração dos fiéis e antes do Pai-nosso. A análise atenta mostra ainda mais: alguns "comentários" quebram o ritmo normal da Liturgia, por exemplo, no caso citado da admonição inicial, quando o comentarista faz seu "comentário" (às vezes mini-homilias) e logo em seguida o padre também faz esta admonição inicial, que lhe compete, repetindo e cansando os fiéis.
Os lugares costumeiros de se ouvir "comentários" são no início da celebração, antes da Liturgia da Palavra e antes da Liturgia Eucarística. Outros incham ainda mais a celebração colocando "comentários" antes de cada leitura e evangelho e antes da comunhão. Vejamos como são de fato estas passagens na Instrução Geral do Missal Romano (da admonição inicial já falamos acima):
- Antes da Liturgia da Palavra:"128. Terminada a oração coleta, todos se sentam. O sacerdote pode, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na liturgia da palavra".
- Entre as leituras: Não há esta referência. "Pode então observar-se, se for oportuno, um breve espaço de silêncio, para que todos meditem brevemente no que ouviram". Antes do Evangelho também não há espaço: "131. Depois (da leitura) todos se levantam e canta-se o Aleluia".
- Antes das preces: "138. Terminado o Símbolo (Creio), o sacerdote, de pé junto da cadeira, de mãos juntas, convida os fiéis à oração universal com uma breve admonição".
- Antes da Liturgia Eucarística: Não há espaço. "139. Terminada a oração universal, todos se sentam, e começa o cântico do ofertório".
- Antes do Pai-nosso: "152. Terminada a Oração eucarística, o sacerdote, de mãos juntas, diz a admonição que antecede a oração dominical".
- Antes da Comunhão: Não há comentário, sequer espaço de silêncio. "159. Enquanto o sacerdote recebe o Sacramento, começa-se o canto da Comunhão".
http://www.cursoscatolicos.com.br/2012/03/curso-passos-para-uma-reforma-liturgica.html


Vemos assim que a função litúrgica do animador hoje estaria reduzida talvez a ler as intenções particulares antes da Missa e, quem sabe, dizer os avisos e convites após a Missa. Algumas grandes celebrações, principalmente campais, podem carecer de algumas intervençoes de um animador. Foi muito importante, sem dúvida, nos tempos imediatamente posteriores à reforma litúrgica da década de 60, em que o povo certamente estranharia uma nova forma de celebrar se não tivesse a ajuda de alguns comentários. Hoje, porém, os tempos são outros.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

In-habitação: é a morada de Deus dentro de nós.
É uma linguagem e uma realidade espiritual, não que possamos dizer que Deus está aqui, "sentado no meu pulmão, escorado no meu coração".
É uma ação atribuída ao Espírito Santo, mas sabemos que a ação de uma das Pessoas é ação dos Três.
Deixemos que a Igreja explique:

"A inabitação do Espírito Santo

78. Certamente não desconhecemos quão difícil de entender e de explicar é esta doutrina da nossa união com o divino Redentor, e especialmente da habitação do Espírito Santo nas almas, pelos véus do mistério que a recatam e tornam obscura à investigação da fraca inteligência humana. Mas sabemos também que da investigação bem feita e persistente e do conflito e concurso das várias opiniões, se a investigação for orientada pelo amor da verdade e pela devida submissão à Igreja, brotam faíscas e se acendem luzes com que, mesmo neste gênero de ciências sagradas, se pode obter verdadeiro progresso. Por isso não censuramos os que, por diversos caminhos, se esforçam por atingir e quanto possível declarar este tão sublime mistério da nossa admirável união com Cristo. Uma coisa, porém, devem todos ter por certa e indubitável, se não querem desviar-se da verdadeira doutrina e do reto magistério da Igreja: rejeitar toda a explicação desta mística união que pretenda elevar os fiéis tanto acima da ordem criada, que cheguem a invadir a divina, a ponto de se atribuir em sentido próprio um só que seja dos atributos de Deus. Retenham também firmemente aquele outro princípio certíssimo, que nestas matérias é comum à SS. Trindade tudo o que se refere e enquanto se refere a Deus como suprema causa eficiente.
http://loja.cursoscatolicos.com.br/subiaco
Publicações monásticas, patrística e de espiritualidade
79. Note-se também que se trata de um mistério recôndito, que neste exílio terrestre nunca se poderá completamente desvendar ou compreender nem explicar em linguagem humana. Diz-se que as Pessoas divinas habitam na criatura inteligente enquanto presentes nela de modo imperscrutável, dela são atingidas por via de conhecimento e amor, (53) de modo porém absolutamente íntimo e singular, que transcende a natureza humana. Para formarmos disto uma idéia ao menos aproximativa, não devemos descurar o caminho e método que o Concílio Vaticano tanto recomenda nestas matérias, para obter luz com que se possa vislumbrar alguma coisa dos divinos arcanos, isto é, a comparação dos mistérios entre si e com o bem supremo a que se dirigem. E é assim que Nosso sapientíssimo Predecessor de feliz memória Leão XIII, tratando desta nossa união com Cristo e da habitação do Espírito Paráclito em nós, muito oportunamente fixa os olhos na visão beatífica, que um dia no céu completará e consumará esta união mística. "Esta admirável união, diz ele, que com termo próprio se chama "inabitação", difere apenas daquela com que Deus no céu abraça e beatifica os bem-aventurados, só pela nossa condição (de viajores na terra)".(55) Naquela visão poderemos com os olhos do Espírito, elevados pelo lume da glória, contemplar de modo inefável o Pai, o Filho e o Divino Espírito, assistir de perto por toda a eternidade às processões das divinas Pessoas e gozar de uma bem-aventurança semelhantíssima àquela que faz bem-aventurada a santíssima e indivisível Trindade."
22. A incorporação em Cristo, realizada pelo Baptismo, renova-se e consolida-se continuamente através da participação no sacrifício eucarístico, sobretudo na sua forma plena que é a comunhão sacramental. Podemos dizer não só que cada um de nós recebe Cristo, mas também que Cristo recebe cada um de nós. Ele intensifica a sua amizade connosco: « Chamei-vos amigos » (Jo 15, 14). Mais ainda, nós vivemos por Ele: « O que Me come viverá por Mim » (Jo 6, 57). Na comunhão eucarística, realiza-se de modo sublime a inabitação mútua de Cristo e do discípulo: « Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós » (Jo 15, 4).
http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/encyclicals/documents/hf_jp-ii_enc_20030417_eccl-de-euch_po.html

terça-feira, 11 de julho de 2017

É um campo em que cabem muitas opiniões, porque não é um tema essencial para a fé e a salvação das almas saber o modus operandi da mente de Jesus, porém temos que ter o cuidado de não afetar o essencial de sua mensagem.

Em resumo da questão, eu diria que Jesus tinha plena consciência de si e de sua missão, incluindo vários aspectos do futuro, em virtude daquilo que Ele "viu do Pai", da sua união hipostática. A consciência, porém, não precisa ser absoluta e imediata, mas progressiva e somente naquilo que era necessário.

O que a Igreja já formulou a respeito, são as quatro proposições seguintes. Estão no documento, em espanhol: A consciência que Jesus tinha de si mesmo e de sua missão. No texto completo há mais comentários.

1 - La vida de Jesús testifica la conciencia de su relación filial al Padre. Su comportamiento y sus palabras, que son las del «servidor» perfecto, implican una autoridad que supera la de los antiguos profetas y que corresponde sólo a Dios. Jesús tomaba esta autoridad incomparable de su relación singular a Dios, a quien él llama «mi Padre». Tenía conciencia de ser el Hijo único de Dios y, en este sentido, de ser, él mismo, Dios.

http://www.cursoscatolicos.com.br/

2 - Jesús conocía el fin de su misión: anunciar el Reino de Dios y hacerlo presente en su persona, sus actos y sus palabras, para que el mundo sea reconciliado con Dios y renovado. Ha aceptado libremente la voluntad del Padre: dar su vida para la salvación de todos los hombres; se sabía enviado por el Padre para servir y para dar su vida «por la muchedumbre» (Mc 14, 24).
3 -
Para realizar su misión salvífica, Jesús ha querido reunir a los hombres en orden al Reino y convocarlos en torno a sí. En orden a este designio, Jesús ha realizado actos concretos, cuya única interpretación posible, tomados en su conjunto, es la preparación de la Iglesia que será definitivamente constituida en los acontecimientos de Pascua y Pentecostés. Es, por tanto, necesario decir que Jesús ha querido fundar la Iglesia.
4 -
La conciencia que tiene Cristo de ser enviado por el Padre para la salvación del mundo y para la convocación de todos los hombres en el pueblo de Dios implica, misteriosamente, el amor de todos los hombres, de manera que todos podemos decir que «el Hijo de Dios me ha amado y se ha entregado por mí» (Gál 2, 20).

Também convido-os a ler o comentário da mesma Comissão Teológica Internacional na notificação sobre as obras de Jon Sobrino, da teologia da libertação, no item V. A auto-consciência de Jesus Cristo, n. 8.

Não é possível separar, sem perigo de cair nas velhas heresias citadas no nosso material, o que seria da natureza humana e o que seria da natureza divina em Jesus. A consciência de Jesus, segundo os documentos citados acima, é consequência de sua divindade:


"A consciência filial e messiânica de Jesus é a consequência directa da sua ontologia de Filho de Deus feito homem. "
"Jesus, o Filho de Deus feito carne, tem um conhecimento íntimo e imediato do seu Pai, uma “visão” que certamente vai para além da fé. A união hipostática e a sua missão de revelação e redenção requerem a visão do Pai e o conhecimento do seu plano de salvação. "
“Os seus olhos [os de Jesus] permanecem fixos no Pai. Precisamente pelo conhecimento e experiência que só Ele tem de Deus, mesmo neste momento de obscuridade Jesus vê claramente a gravidade do pecado e isso mesmo fá-l’O sofrer."
“Pela sua união com a Sabedoria divina na pessoa do Verbo Encarnado, o conhecimento humano de Cristo gozava, em plenitude, da ciência dos desígnios eternos que tinha vindo revelar"
Jesus atribui à sua morte um significado em ordem à salvação; de modo especial Mc 10,45 (Mt 20,28): “o Filho do homem não veio para ser servido mas para servir e a dar a vida como resgate de muitos”; e as palavras da instituição da Eucaristia: “Este é o meu sangue da aliança, que será derramado por muitos”
Lembro-me também da sua agonia: "Pai, afasta de mim esse cálice", e antes ainda:
Mc 8,31-33 (cf. Mt 16,21-28), em algum lugar perto de Cesareia de Filipe, após a confissão de Pedro. “Então começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem padecesse muitas coisas, que fosse rejeitado pelos anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto e que depois de três dias ressuscitasse”
Mc 9,30-32: “O Filho do homem será entregue às mãos dos homens, e tirar-lhe-ão a vida; e depois de morto, ressurgirá ao terceiro dia. Mas eles não compreendiam estas palavras, e temiam interrogá-lo.”
Estando Jesus para subir a Jerusalém, chamou à parte os doze, e em caminho lhes disse: Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas; eles o condenarão à morte e o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado, e ao terceiro dia ressuscitará. (Mt 20,17-19).
Com o método histórico-crítico e, pior, ligado à teologia da libertação, essas e outras passagens foram destituídas de valor real, mas seriam reconstruções. A Notificação citada diz, simplesmente, sobre isso: "Os dados neo-testamentários são substituídos por uma hipotética reconstrução histórica, que é errada."
Se negarmos a consciência de Jesus do seu sofrimento, podemos negar o caráter de dom e de sacrifício de sua morte. Como disse antes, pode-se admitir um crescimento nessa consciência divina, mas nunca para depois do início de sua missão pública. Isso explica também o porque do seu escondimento e fuga daqueles que já no início queriam fazê-lo rei.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

A essência é aquilo que faz coisa ser o que é.
A essência do homem é a humanidade (não é o corpo, o formato, a matéria; estes são "acidentes", podem estar presentes ou não).

A essência de Deus é Deus mesmo, ou a divindade. Essa essência (ou natureza) é eterna, una, imutável, etc. Não há nenhum tipo de distinção de essência em Deus: as três Pessoas tem a mesma essência: a divindade, idêntica.

A distinção que existe em Deus é nas Pessoas. Aqui porém, temos que apelar para a analogia e a linguagem insuficiente:
Aquela Pessoa que é o "princípio" da divindade, que "dá origem" as outras duas Pessoas, chamamos Pai.
O Pai, desde toda eternidade e para sempre, continuamente ama, contempla, visualiza a Si mesmo. Esta sua Imagem, que é Ele mesmo, não é outro Deus, mas o "si mesmo", o objeto do amor do Pai: é o Filho. A esse ato eterno chamamos "geração", por analogia ao ato humano da geração dos filhos, que é diferente de criação. O filho (e também o Filho eterno de Deus) não é criado, mas "sai" do Pai.
Não houve um momento em que o Filho não existia; Ele existe sempre, Ele é gerado, contemplado, na eternidade, continuamente, está sempre diante do Pai.

Desse amor mútuo entre o Pai (amante) e o Filho (amado) podemos distinguir um terceiro elemento, que é o próprio Amor. A relação entre o Pai e o Filho não pode ser outra coisa senão também natureza divina. Não é algo de fora que faz o Pai amar o Filho, mas é o próprio Deus que ama a si mesmo e é amado por si mesmo. A essa relação damos o nome de "procedência" e corresponde à Pessoa do Espírito Santo: Ele não é "gerado" como o Filho porque "sai" de ambos - procede da relação entre o Pai e o Filho.

É próprio do Pai gerar;
É próprio do Filho ser gerado;
É próprio do Espírito Santo proceder de ambos.

O processo (daí procedência, proceder, processão) de relação que dá "origem" ao Espírito Santo chama espiração, porque seu termo é o Espírito. Espiração (com s mesmo) é o termo usado para designar a procedência do Espírito Santo: Ele é espirado, exalado do Pai e do Filho, de ambos, não de um ou outro. No ato eterno de geração do Filho pelo Pai, da contemplação de ambos "sai" o Espírito Santo.

Atenção para o fato de que este é um processo em Deus eterno; não se dá no tempo, como se o Pai existisse sozinho, depois gerou o Filho e de ambos ocorre a espiração. Não, desde sempre, simultaneamente, eternamente, o Pai gera o Filho e de ambos procede o Espírito Santo.

A relação do Pai para com o Filho é a Paternidade;
A relação do Filho para com o Pai é a Filiação;
A relação do Pai e do Filho (porque a procedência é de ambos) para com o Espírito é a Espiração Ativa (porque o Pai e o Filho agem, espiram)
A relação do Espírito Santo para com o Pai e o Filho é a Espiração passiva (porque o Espírito sofre a ação, é espirado)

Temos, então, quatro relações em Deus.
Pai --> Filho
Filho --> Pai
Pai e Filho --> Espírito
Espírito --> Pai e Filho

(resumo de material do Curso de Iniciação Teológica: www.cursoscatolicos.com.br)

domingo, 9 de julho de 2017





Não troco a sabedoria bimilenar por uma mera opinião.
(www.cursoscatolicos.com.br - facebook.com/cursoscatolicos)


***

"Uma opinião é uma representação objetiva, um pensamento qualquer, uma fantasia que eu posso ter dum modo e outros de outro modo; uma opinião é coisa minha, nunca é uma idéia universal que exista em si e por si. Mas a filosofia não contém nenhuma opinião, porque não existem opiniões filosóficas."

E a Igreja, "mestra em Humanidades", defensora da Verdade, sempre alertou:
"A filosofia moderna, esquecendo-se de orientar a sua pesquisa para o ser, concentrou a própria investigação sobre o conhecimento humano. Em vez de se apoiar sobre a capacidade que o homem tem de conhecer a verdade, preferiu sublinhar as suas limitações e condicionalismos.

Daí provieram várias formas de agnosticismo e relativismo, que levaram a investigação filosófica a perder-se nas areias movediças dum cepticismo geral. E, mais recentemente, ganharam relevo diversas doutrinas que tendem a desvalorizar até mesmo aquelas verdades que o homem estava certo de ter alcançado. A legítima pluralidade de posições cedeu o lugar a um pluralismo indefinido, fundado no pressuposto de que todas as posições são equivalentes: trata-se de um dos sintomas mais difusos, no contexto actual, de desconfiança na verdade. [...] Neste horizonte, tudo fica reduzido a mera opinião. [...] Com falsa modéstia, contentam-se de verdades parciais e provisórias, deixando de tentar pôr as perguntas radicais sobre o sentido e o fundamento último da vida humana, pessoal e social. Em suma, esmoreceu a esperança de se poder receber da filosofia respostas definitivas a tais questões." (grifei. Fides et Ratio, 5)

sábado, 8 de julho de 2017

Sexo seguro: case-se e seja fiel ao seu cônjuge.
AIDS se previne com comportamento, não com instrumentos.

(facebook.com/cursoscatolicos)

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Faça download do arquivo para impressão (.doc ou .pdf)
O arquivo contém três páginas: uma totalmente em latim, outra em português, outra bilíngue.
Tamanho A4. Dica: se quiser imprimir menor, configure para imprimir duas páginas por folha (não recomendo para a página bilíngue).


Texto do site do Vaticano sobre as vestes litúrgicas e as orações, com a fundamentação e explicação. http://www.vatican.va/news_services/liturgy/details/ns_lit_doc_20100216_vestizione_po.html
Destaco:
    http://www.cursoscatolicos.com.br/2012/03/curso-passos-para-uma-reforma-liturgica.html
  1. Ainda que estas orações não sejam mais prescritas (mas nem tampouco ***proibidas***) da forma ordinária do Missal emitido por Paulo VI, seu uso é ***aconselhável***, uma vez que ajudam nas preparações e no recolhimento do sacerdote antes da celebração do Sacrifício Eucarístico. 
  2. Além disso, pode ser útil lembrar que Pio XII, por decreto de 14 de janeiro de 1940, concedeu uma indulgência de cem dias para cada oração.



O texto das orações:

ORATIONES
DICENDÆ CUM SACERDOS INDUITUR
SACERDOTALIBUS PARAMENTIS
Indulgentia centum dierum pro singulis orationibus.
Pius Pp. XII, 14 ianuarii 1940.
Cum lavat manus dicat:
D
a, Dómine, virtútem mánibus meis ad abstergéndam omnem máculam; ut sine pollutióne mentis et córporis váleam tibi servíre.
Ad amictum, dum ponitur super caput, dicat:
I
mpóne, Dómine, cápiti meo gáleam salútis, ad expugnándos diabólicos incúrsus.
Ad albam, cum ea induitur:
D
eálba me, Dómine, et munda cor meum; ut, in Sánguine Agni dealbátus, gáudiis pérfruar sempitérnis.
Ad cingulum, dum se cingit:
P
raecínge me, Dómine, cíngulo puritátis, et exstíngue in lumbis meis humórem libídinis; ut máneat in me virtus continéntiae et castitátis.
Ad manipulum, dum imponitur brachio sinistro:
M
érear, Dómine, portáre manípulum fletus et dolóris; ut cum exsultatióne recípiam mercédem labóris.
Ad stolam, dum imponitur collo:
R
edde mihi, Dómine, stolam immortalitátis, quam pérdidi in praevaricatióne primi paréntis; et, quamvis indígnus accédo ad tuum sacrum mystérium, mérear tamen gáudium sempitérnum.
Ad casulam, dum assumitur:
D
ómine, qui dixísti: Iugum meum suáve est et onus meum leve: fac, ut istud portáre sic váleam, quod cónsequar tuam grátiam. Amen.
ORAÇÕES
PARA A VESTIÇÃO DOS PARAMENTOS SACERDOTAIS
Pio XII, por decreto de 14 de janeiro de 1940, concedeu uma indulgência de cem dias para cada oração.
Enquanto lava as mãos, diz:
D
ai às minhas mãos, Senhor, o poder de apagar toda mácula: para que eu vos possa servir sem mácula do corpo e da alma.
Enquanto passa o Amito sobre a cabeça, diz:
C
olocai, Senhor, na minha cabeça o elmo da salvação para que possa repelir os golpes de Satanás.
Ao vestir a Alva, diz:
R
evesti-me, Senhor, com a túnica de pureza, e limpai o meu coração, para que, banhado no Sangue do Cordeiro, mereça gozar das alegrias eternas.
Ao passar o Cíngulo, diz:
C
ingi-me, Senhor, com o cíngulo da pureza, e extingui nos meus rins o fogo da paixão, para que resida em mim a virtude da continência e da castidade.
Ao colocar o Manípulo, no braço esquerdo:
F
azei, Senhor, que mereça trazer o manípulo do pranto e da dor, para que receba com alegria a recompensa do meu trabalho.
Ao colocar a Estola, sobre os ombros:
R
estitui-me, Senhor, a estola da imortalidade, que perdi na prevaricação do primeiro pai, e, ainda que não seja digno de me abeirar dos Vossos sagrados mistérios, fazei que mereça alcançar as alegrias eternas.
Quando vestir a Casula:
S
enhor, que dissestes: O meu jugo é suave e o meu peso é leve, fazei que o suporte de maneira a alcançar a Vossa graça. Amém.
Related Posts