sábado, 29 de novembro de 2025

 

Recomendações extraídas das listas do Colégio Católico Comunidade Resgate.

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Título Autor Editora
MATERNAL III
O primeiro dia de chu na escola Neil Gaiman Rocquinho
O nabo gigante Aleksei Tolstói Ciranda Cultural
Bem lá no alto Susanne Strasser
Companhia das Letras
Jogo de sequência + pompom + tubete    
INFANTIL II
Selma Jutta Bauer
Ciranda na escola
Onde existe amor, Deus aí está Leon Tolstoi Texugo
A história do senhor Jeremias Pescador Beatrix Potter Barbatana
Jogo Desafio das cores    
DICIONÁRIO EF1
meu primeiro dicionário Caldas Aulete infantil e ilustrado    lexikon
VEJA JOGOS PEDAGÓGICOS NO FIM DA LISTA    
1º ano EF
Paddington Michael Bond Harper Kids
Olá, farol Sophie Blackall Hoje em casa
A árvore dentro da semente Max Lucado Mundo cristão
2º ano EF
Hans Christian Andersen edição comemorativa 200 anos   Melhoramentos
Um feliz natal Louisa May Alcott Texugo
Rikki-Tikki-Tavi Rudyard Kipling Texugo
3º ano EF
A história do dr. Dolittle Hugh Lofting Martins fontes
Histórias de Foxwood Cynthia e Brian Paterson Texugo
A teia de Charlotte E. B. White Harper Kids
4º ano EF
Cestinha de Flores Conego Schmid Livros Vivos
O pequeno Lorde Frances Hodgson Burnett 34
A fantástica fábrica de chocolate Roald Dahl Galera Junior
5º ano EF
Matilda Roald Dahl Galera Junior
Heidi, a menina dos Alpes Johanna Spyri e Karina Jannini Autêntica
Contos de fadas, Condessa de Ségur Fernando Barreto de Morais Klasiká liber
DICIONÁRIOS E ATLAS
geoatlas básico: mapas políticos, fisicos, temáticos Maria Elena Simielli Editora Ática
mini dicionário da língua portuguesa Aurélio, 8ªed, 2010   Positivo
mini dicionário português/ingles Michaelis, 3ed, 2016   Melhoramentos
6º ano EF
Viagem ao centro da terra Júlio Verne Principis
O quebra nozes Alexandre Dumas Zahar
A ilha do tesouro Robert Louis Stevenson Principis
7º ano EF
Robson Cruzoé Daniel Defoe, José Roberto O'Shea Zahar
Mowgli, o livro da selva Rudyard Kipling Zahar
Pollyanna Eleanor Portes Via leitura
8º ano EF
Peter Pan J. M. Barrie Zahar
Rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda: edição bolso de luxo Howard Pyle Zahar
As aventuras de Tom Sawyer Mark Twain Zahar
9º ano EF
A bela e a fera Jeanne-Marie Leprince de Beaumont e Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve Zahar
A revolução dos bichos George Orwell Principis
O Hobbit J R R Tolkien Harpen Collins
1ª série EM    
Otelo Shakespeare  Penguim- Companhia
O auto da Barca do Inferno Gil Vicente  Via Leitura
Sermões escolhidos Padre Antônio Vieira  Martin Claret
2ª série EM    
Diário de um pároco de Aldeia Georges Bernanos  Sétimo Selo
Iracema José de Alencar  Penguim- Companhia
Dom Casmurro Machado de Assis  Penguim- Companhia
3ª série EM    
O desconcerto do mundo Gustavo Corção  Vide editorial
Melhores Poemas  Augusto Frederico Schmidt  Global editora
  Orígenes Lessa  Global editora
JOGOS PEDAGÓGICOS EF1
jogo da velha xalingo    
xadrez e damas escolar jungles    
uno jogo de cartas original    
dominó já sei ler grow    
educativo bingo letras grow    
foca tabuleiro pirata coluna    
quebra cabeça mapa do brasil 100 peças toyster    
quebra cabeça planetas 100 peças grow    
quebra cabeça aves 100 peças grow    
quebra cabeça progressivo corpo humano pais e filhos    
can can matemático grow    
mosaico geométrico 100 peças madeira jott play    
rummikub joy grow    
fichas sobrepostas para numeração mmp    
jogo palavra secreta grow    
imagem e ação júnior grow    
jogo de memórias sílabas grow    
jogo da rima grow    
jogo criando histórias grow    
jogo eu sou estrela    
jogo lince alfabeto grow    
jogo de tabuleiro soletrando tóia    

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Vivemos tempos em que o absurdo deixou de ser exceção e passou a ser regra. O que antes causava espanto — a inversão de valores, a distorção da justiça, a manipulação da linguagem — agora é tratado com naturalidade, como se fosse parte inevitável do progresso. Mas será mesmo progresso? Ou estamos diante de uma regressão moral disfarçada de "democracia"?

A normalização do absurdo é o sintoma de uma sociedade que perdeu o senso da verdade. E essa perda não é acidental: ela é fruto de um projeto ideológico que mina os fundamentos da civilização cristã.

Certas ideologias modernas operam por meio de uma lógica perversa: a dialética do “nós contra eles”. Essa visão de mundo transforma o outro em inimigo, alimenta o ressentimento e promove a vingança como forma de justiça. O sofrimento é instrumentalizado, e a inveja é travestida de virtude revolucionária.

A fé cristã, ao contrário, propõe a reconciliação. Todos são irmãos, filhos do mesmo Pai. A justiça não é vingança, é ordem moral. A caridade não é sentimentalismo, é ação transformadora. A Doutrina Social da Igreja oferece princípios sólidos — dignidade da pessoa humana, solidariedade, subsidiariedade — que apontam para uma sociedade justa sem recorrer ao ódio.

O avanço do Direito principialista, que privilegia princípios vagos em detrimento da lei positiva, abriu espaço para interpretações subjetivas que distorcem até mesmo a Constituição. Juízes se tornam intérpretes da própria moral, não da justiça objetiva, atuando como agentes políticos em vez de guardar a lei; violam o devido processo legal e normalizam a censura e a perseguição "em defesa da democracia". A segurança jurídica é corroída, e a verdade legal se torna fluida, moldada por interesses ideológicos.

A tradição cristã ensina que há uma lei natural, inscrita na razão humana, que deve orientar o Direito. Quando essa lei é ignorada, o Direito se torna ferramenta de poder, não de justiça.

A mídia, que deveria informar, muitas vezes deforma. Narrativas são construídas com recortes seletivos, omissões estratégicas e linguagem emocional. A verdade é instrumentalizada para favorecer agendas políticas, econômicas ou ideológicas. As mentiras descaradas diuturnas de poderosos são tratadas com complacência pela imprensa. Também são coniventes e alimentam o mal quando fazem vista grossa a crimes cometidos por aliados ideológicos, ao passo que meras opiniões da oposição são noticiados como "discurso de ódio". O resultado? Uma sociedade desorientada, onde o falso se torna plausível e o verdadeiro, inconveniente.

Como disse São João Paulo II, e sempre repetido por seus sucessores: não há paz sem justiça, não há justiça sem perdão, sem verdade. A manipulação midiática é uma forma sutil e eficaz de normalizar o absurdo.

Diante desse cenário, a resposta não pode ser o silêncio. O cristão é chamado a ser sal da terra e luz do mundo, mesmo que isso implique perseguição. A verdade não é construída, é revelada. A justiça não é vingança, é restauração. A caridade não é passividade, é resistência ativa ao mal.

A normalização do absurdo só será vencida quando recuperarmos o senso da verdade — não a verdade conveniente, mas a verdade que liberta. E essa verdade tem um nome: Jesus Cristo.

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