segunda-feira, 25 de março de 2019

Esta oração pode ser rezada logo após o Angelus mariano, como devoção privada.


Angelus Domini in honorem Sancti Iosephi

Angelus Domini apparuit in somnis Ioseph.
Ut Maria non dimitteretur ab eo.
Ave Ioseph, gratia dives,
Dominus tecum.
Benedictus tu inter viros,
et benedictus fructus ventris Mariae, Iesus.
Sancte Ioseph, pater nutricie Filii Dei, ora pro nobis peccatoribus,
nunc et in hora mortis nostrae. Amen.

Ioseph, fili David,
noli timere accipere Mariam coniugem tuam.
Quod enim in ea natum est de Spiritu Sancto est.
Ave Ioseph, ...

Pariet autem filium, et vocabis nomen eius Iesum.
Ipse enim salvum faciet populum suum a peccatis eorum.

Ave Ioseph, gratia dives,

Ora pro nobis, gloriose Patriarche sancte Ioseph.
Ut digni efficiamur promissionibus Christi.

Oremus.
Sanctissimae Genetricis tuae Sponsi patrocinio suffulti, rogamus, Domine, clementiam tuam: ut corda nostra facias terrena cuncta despicere ac te verum Deum perfecta caritate diligere: Qui vivis et regnas in saecula saeculorum. Amen.
GLORIA PATRI (3x)

Angelus em honra de São José

O Anjo do Senhor apareceu em sonho a José
Para que não repudiasse Maria.
Ave, José, rico de graça,
o Senhor é convosco
Bendito sois vós entre os homens e  bendito é o fruto do ventre de Maria, Jesus.
São José, pai nutrício do Filho de Deus,
rogai por nós, pecadores,
agora e na hora de nossa morte.
Amém.
José, filho de Davi,
não temas receber Maria como tua esposa,
porque Aquele que foi concebido nela é obra do Espírito Santo.

Ave, José...

Ela dará à luz a um filho e o chamarás Jesus
porque Ele salvará o povo de seus pecados.

Ave, José...

Rogai por nós, glorioso Patriarca São José.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos.
Sustentados pelo patrocínio do esposo de Vossa Santíssima Mãe, rogamos, Senhor, a Vossa clemência: fazei que nossos corações, desprezando tudo que é terreno, amem a Vós, Deus verdadeiro, com perfeita caridade. Vós que viveis e reinas pelos séculos dos séculos. Amém.
Glória ao Pai... (3x)
 
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sexta-feira, 8 de março de 2019

Amados irmãos e irmãs, temos quarenta dias para aprofundar esta extraordinária experiência ascética e espiritual. No Evangelho que foi proclamado, Jesus indica quais são os instrumentos úteis para realizar a autêntica renovação interior e comunitária: as obras de caridade (a esmola), a oração e a penitência (o jejum). São as três práticas fundamentais queridas também à tradição hebraica, porque contribuem para purificar o homem aos olhos de Deus (cf. Mt 6, 1-6.16-18).
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Reflexões para o Ano Litúrgico. Anos A, B e C - PAPA BENTO XVI
Estes gestos exteriores, que devem ser realizados para agradar a Deus e não para obter a aprovação e o consenso dos homens, são por Ele aceites se expressam a determinação do coração a servi-l'O, com simplicidade e generosidade. Recorda-nos isto também um dos Prefácios quaresmais onde, em relação ao jejum, lemos esta singular expressão: "ieiunio... mentem elevas: com o jejum elevas o espírito" (Prefácio IV).
O jejum, ao qual a Igreja nos convida neste tempo forte, certamente não nasce de motivações de ordem física ou estética, mas brota da exigência que o homem tem de uma purificação interior que o desintoxique da poluição do pecado e do mal; que o eduque para aquelas renúncias saudáveis que libertam o crente da escravidão do próprio eu; que o torne mais atento e disponível à escuta de Deus e ao serviço dos irmãos. Por esta razão o jejum e as outras práticas quaresmais são consideradas pela tradição cristã "armas" espirituais para combater o mal, as paixões negativas e os vícios. A este propósito, apraz-me ouvir de novo convosco um breve comentário de São João Crisóstomo. "Como no findar do Inverno escreve ele volta a estação do Verão e o navegante arrasta para o mar a nave, o soldado limpa as armas e treina o cavalo para a luta, o agricultor lima a foice, o viandante revigorado prepara-se para a longa viagem e o atleta depõe as vestes e prepara-se para as competições; assim também nós, no início deste jejum, quase no regresso de uma Primavera espiritual forjamos as armas como os soldados, limamos a foice como os agricultores, e como timoneiros reorganizamos a nave do nosso espírito para enfrentar as ondas das paixões. Como viandantes retomamos a viagem rumo ao céu e como atletas preparamo-nos para a luta com o despojamento de tudo".
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