quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019


"Conhecer a verdade" é uma das frases mais ditas por protestantes, ao lado de "encontrar Jesus". Mas eles sabem, ao menos, O QUE É a verdade?

Quid est veritas? - perguntou Pôncio Pilatos a Jesus, mas não ouviu resposta; talvez não precisasse da definição de verdade, pois estava diante da Verdade. Era evidente (à vista).

Por definição, a verdade é a adequação da mente à coisa: a inteligência reconhece a verdade que está nas coisas.

Quando estou diante do computador, reconheço várias verdades mais evidentes: estou diante do computador (não estou sonhando), posso tocá-lo (é material), há informações na tela, etc. Outras verdades não são evidentes, pois dependem de raciocínio mais profundo: como são processadas essas informações, como foram parar ali, quem fez esse computador, etc. Mas essas verdades existem.
Fica claro que a verdade é sempre uma só.

A Filosofia é a ciência que estuda (ou deveria estudar) a verdade das coisas e o processo de se chegar a ela.

Há um princípio, na busca da verdade, que diz: "uma coisa não pode ser e não ser ao mesmo tempo, sob o mesmo aspecto". Assim, por exemplo, perguntamos:
- Todas as religiões são verdadeiras?
É evidente que não, pois ensinam coisas diferentes e até contraditórias. A verdade não é contraditória e é uma só.
- Há quantos deuses?
Esta resposta não é evidente, mas com um pouco de raciocínio chegamos a conclusão que só pode haver Um Deus.

Se há um só Deus, há uma só religião que Lhe represente corretamente, pois, como descobrimos, Deus mesmo se revelou. Todas as outras podem aproximar-se, ora mais, ora menos, da verdade completa.
Assim, de raciocínio em raciocínio, de conclusão em conclusão, das mais evidentes às mais complexas, vamos reconhecendo a verdade.

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