quinta-feira, 7 de maio de 2015

O mundo assistiu nos últimos dias aos acontecimentos da família real britânica que ganhou mais uma herdeira, Charlotte de Cambridge.
Destaca-se a alegria dos pais, da família, dos súditos e de todos os simpatizantes antes mesmo da chegada (parto) do bebê. No ventre da princesa, o bebê já é tratado como real.

E as famílias pobres? Não têm direito de ter bebês reais? Por que a pressão internacional pela legalização do aborto principalmente em países pobres? Por que fetos e embriões são tratados como câncer e não como vida?
O primeiro direito a ser enunciado é o direito à vida, desde o momento da sua concepção até ao seu fim natural, que condiciona o exercício de qualquer outro direito e comporta, em particular, a ilicitude de toda forma de aborto procurado e de eutanásia. (DSI, 155)
https://www.youtube.com/watch?v=UVG6gFN3SdcA campanha pró-aborto já dura algumas décadas, e podemos observar o quanto isso contribui para uma cultura contra a vida. Onde o aborto é legalizado é evidente que as demandas demoníacas são outras e as mais bizarras, pois já se perdeu o limite e a distinção da vida da pessoa humana.
No Brasil agora se discute a regulamentação do aborto até 12 semanas. Um bebê de 12 semanas, para se ter ideia, produz urina, responde ao toque, mexe os dedos e as pálpebras e seus neurônios estão em pleno desenvolvimento, embora tenha apenas cerca de 5,5cm.
http://brasil.babycenter.com/desenvolvimento-fetal-12-semanas-de-gravidez
Felizmente há ainda vozes sensatas lutando contra a cultura da morte. Veja no vídeo abaixo os dados estatísticos reais que destroem as falácias sobre as "vantagens" do aborto, apresentados na audiência pública no Senado em 5/5/2015.
Veja também a refutação a 7 argumentos pró-aborto no artigo Não existem argumentos para o aborto.


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