quarta-feira, 16 de abril de 2014

Extraídas do livro: MARIA, A SENHORA DA PÁSCOA


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"As abelhas são sóbrias e frugais, moderadas em seu consumo, muito castas em sua maternidade. As células que constroem são fortemente soldadas por uma cera líquida, pois a arte que a habilidade humana principal não poderia igualar-se na perfeição. Tocam as flores, sem causar o menor dano. Não dão à luz, mas o trabalho de seus lábios transforma em enxame as pequenas abelhas concebidas, como o maravilhoso exemplo de Cristo gerado pela boca do Pai. Neles, sem o nascimento a virgindade é fecunda e é digna do Senhor, ele que quis ter uma mãe natural. Estes são, portanto, ó Senhor, e dignos dos teus altares sagrados, os dons que te oferecemos e que a religião cristã é certa que as recebereis com alegria."

Sacramentário Gelasiano, séc. VIII.
Cera virgem de abelha generosa
ao Cristo ressurgido trouxe a luz:
eis de novo a coluna luminosa,
que o vosso povo para o céu conduz.
Exultet, liturgia do Sábado Santo

"Ó abelha verdadeiramente bem-aventurada e admirável, da qual a castidade nem os (zangões) machos violam, nem os partos arruínam, nem os filhos destroem. Assim também Santa Maria, virgem concebeu, virgem deu a luz, e virgem permaneceu”. 
Missale Gothicum, séculos VII-VII.


Extraídas do livro: MARIA, A SENHORA DA PÁSCOA, de Dom Rafael Maria Francisco da Silva, OSB.


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