segunda-feira, 24 de março de 2014

A mediação de Maria se dá pela intercessão, já testemunhada na sua história terrena como mediação materna. Elevada à glória de seu Filho, o primeiro ressuscitado, foi assimilada àquela comunhão dos santos que continuamente intercedem pela salvação de todos os homens, recorrendo à única mediação do Filho.
De fato, todos os que pertencem a Cristo são incorporados a Ele. Maria, com seu testemunho de serva, a primeira discípula, continua sua intercessão em favor da Igreja, da qual é membro supereminente por sua maternidade divina.
A obra de redenção do Filho é universal. Por Ele todos os homens são chamados à salvação, unicamente por Ele. A cooperação de Maria, sua intercessão, se reveste da mesma universalidade. Estando ela já assimilada a seu Filho, obtém-nos a graça de único Mediador. A mediação materna é subordinada, é em relação ao Filho, não em relação a si mesma.

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Maria, a Senhora da Páscoa
Por que celebrar Nossa Senhora no tempo pascal? - Respostas à luz da Tradição da Igreja.
Dom Rafael Maria Francisco da Silva, OSB, nesta obra de mariologia histórico-teológica, examina figuras litúrgicas como o Exultet, onde vem evidenciada a Virgindade perpétua de Maria com o exemplo da «Abelha casta», o paralelo do sepulcro virgem e o seio virginal de Maria, os animais puros que eram sacrificados no Templo e o título de Cordeira, associando Maria ao sacrifício redentor de Cristo.
Com riqueza de citações patrísticas, retoma a afirmação que Jesus ressuscitado primeiro apareceu a sua Mãe. Por fim, apresenta a invocação de Nossa Senhora dos Prazeres ou das Alegrias, única na história da piedade mariana que procura celebrar essa participação de Nossa Senhora no mistério pascal.
  Em apêndice, as principais imagens desta devoção (10 páginas em cores).

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